Por que disputar uma vaga ao Senado?

Compartilhe:

O internauta Fernando Fontes me pediu para escrever sobre este tema: “Por que quero ser Senador? ”

Você bem sabe que um Senador sozinho não muda o Brasil. Mas, um Senador pode iniciar o momento da “virada” que o país necessita. Não o nosso país, apenas, mas, o mundo inteiro. Há neste momento histórico, alguma coisa, ainda não bem dita, nem bem visível, no mundo inteiro, que passa por uma necessidade de arranjo. Um novo arranjo. Um novo pacto. Uma nova relação entre o poder e o povo. Há nos corações, um silêncio guardado, que não é silêncio, é uma energia potencial, tal qual as águas represadas que movem turbinas e que geram energia do outro lado.

É preciso entender e estar dentro da Quarta Revolução Industrial, das plataformas digitais, da robotização da indústria e que tudo vai chegar dentro da sala de aula. E em todas as coisas. E sobra a um Senador moderno, conceber este admirável mundo novo, através de dois princípios fundamentais: a AUSTERIDADE, CONFIANÇA e a TRANSPARÊNCIA como esteios e virtudes mínimas para quem busca arriscar-se na atividade pública.

Nem pensar em ser um senador birrento, mas, pelo contrário, juntar a outros para formação de blocos patrióticos, alto nível.  E concentrar em temas nacionais sentidos pelo povo. Votar sempre pensando no crescimento econômico do nosso país.

Tenho uma história política longa. Que me ajudará muito no exercício de um futuro mandato.

Não cabe aqui dizer dos projetos prioritários, mas, alguns são destaques de necessidades: a educação de qualidade. O combate à violência endêmica, os graves problemas de fronteiras, a proteção da Amazônia. Participar das reformas políticas, tributárias, previdenciárias. Enfrentar e combater a grande crise moral e ética da política brasileira.

Debater o novo federalismo, desconcentrando e de tal forma que os municípios não sejam os primos pobres do nosso país. Pelo que fui, pelo que já fiz, pelo que aprendi, proponho disputar mais esta eleição, mais do que nunca, como um elemento que contribuirá para um novo estágio de confiança entre o povo e a política.

 

Compartilhe: