Poema para Tia Mourinha

autora: Vanda Moura (é minha irmã – o poema foi declamado no velório da nossa última tia, parte de pai,[…]

Alusões

À frente as helicônias abrem seus braços vermelhos O outono bate diferente sobre o abril tingido de azul nítido Lá[…]

As lições de R.Q

  Aprendi com Rômulo Quiroga (um pintor boliviano) A expressão “reta não sonha”. Não use o traço acostumado. A força[…]

Cada um com seu fim

O seu fim foi como bem quis Feridas abertas às moscas, exposta Como Orides Fontela em surtos   A pressa[…]

AH, O AMOR…..

Fui trabalhar no sábado. E como meu trabalho é ao lado do cemitério, Fiquei alguns minutos a olhar o futuro[…]

Esqueci

Esqueci de lembrar de mim na viagem para Corumbiara. Sou uma mercadoria no porão. Eu mesmo quis ficar assim sem[…]

A balsa do Abunã

Dia 5 de julho passado, bem cedinho, parada obrigatória à beira do Rio Madeira.  A balsa, bem no delta do[…]

FERROPRIVA (POESIA)

Como barro por vezes Como baro por fome Como cacos de telha com imenso gosto Tenho gosto incontrolável por barro[…]