MATEMÁTICA – O diamante azul

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Parabéns Isabella e Mateus (Nova Brazilândia e Governador Jorge Teixeira) dois jovens adolescentes bons de matemática. Ganhadores de prêmios este ano. Os professores estão soltando faísca pelo nariz de alegria.  Matemática é a própria vida. A vida inteira é uma operação matemática.

Isabella Alves da Silva, de 14 anos, da Escola Alexandre de Gusmão (aluno do professor Vanderlei, que está eufórico, feliz) ganhou Medalha de Ouro, em concurso aberto (Nível I  – 8 e 9º). Ela gosta de ganhar.

Mateus Henrique Batista Lima – Escola de Governador Jorge Teixeira, Nível 1 – 6º e 7º anos, também foi ganhador Medalha de Ouro. Lógico, que nem todos que disputaram ganharam de ouro, mas, de prata e bronze.

Tirando estes extraordinários exemplos, de sucesso em matemática, de alunos do ensino fundamental, não se pode ter a mesma alegria com o Ensino Médio (nem em matemática e língua portuguesa). Estagnou com tendência de queda. O maior desafio do ensino brasileiro é ainda a aprendizagem.

Já tem modelos andando bem por aí, no Ensino Médio – A Escola Novo Tempo de Tempo Integral, coordenado pelo ICE (instituto de corresponsabilidade educacional), o Itaú tem ajudado muito, Instituto Natura e Instituto Sonho Grande. Modelos comparativos que estão se destacando muito bem.

A péssima qualidade da educação brasileira está matando o Brasil. Asfixiado. O ensino médio é o bico do funil. Aqui dá para fazer a revolução. Revolução sem balas. Ensinar o menino e o menino aprender verdadeiramente. Jogar tecnologia e inovação na escola. Todo menino tem um celular. É aproveitar esta riqueza. Ensine pelo celular.

É preciso brigar. Desobedecer. Insurgir. Desfazer procedimentos crônicos enraizados na alma. Uma iluminação sobre as escolas, professores, pais, sociedade. Iluminação transformadora. Para se ter bom ensino médio, precisa de melhor ainda qualidade nas séries iniciais. Alfabetização no tempo certo.  Ensino básico destaque é Ji-Paraná e Santa Luzia do Oeste.

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