A colheita do café

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Padovani (ex-Secretário de Agricultura do Estado) tem muito “chamego” pelo café clonal. Ele saiu por aí, como um missionário devoto, divulgando o plantio do café. Como ele, também a EMATER, a EMBRAPA, e o Tuta lá de Cacoal.

Tínhamos apenas  três viveiros credenciados. Hoje, cinquenta e seis e não dão conta das encomendas. No meu governo aumentamos a produção de café em 400%. Este ano a safra será de dois milhões e quatrocentas mil sacas. O café é dinheiro em caixa. É dinheiro nosso. Sai da roça para a cidade e volta para a roça de novo. É dinheiro que fica aqui dentro do Estado. Aumenta a arrecadação do município produtor.

Plantar café significa espantar a crise da receita do município. O cafezal é uma das roças mais belas. Mais românticas. Namorar no meio do cafezal deve ter um gosto especial. Flores brancas. Frutos vermelhos. Abelhas nas floradas polinizando. Um menino gerado no cafezal, por certo terá muito amor pelos pais e pela natureza.

Rondônia tem muito potencial para aumentar sua riqueza. E uma delas, é o café clonal. Por certo, virão outras sementes especiais para atender as exigências do solo e do clima amazônico. Por isto que eu digo, Padovani e eu, temos um “chamego” especial pelo café.

 

 

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